domingo, 24 de abril de 2011

Instalações Elétricas Residenciais

Esse é um livro que você pode encontrar na maioria dos blogs, o problema é que você encontra em duas partes, então eu juntei as partes e agora disponibilizo aqui.
Tem também uma apostila de elétrica residencial da CEMIG que pode ser baixada aqui.

Instalações Elétricas Residenciais

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Bombeiro do ar

Tudo o que o engenheiro francês Louis-Sebastien Lenormand (1757-1839) queria era criar um dispositivo antiincêndio para as pessoas escaparem de edifícios em chamas. Ele sonhava vê-las saltando pelas janelas e chegando sãs e salvas ao chão. Por isso, em 1783 Lenormand se dedicou a estudos de aerodinâmica. Chegou à conclusão de que algo como um guarda-chuva gigante poderia vencer a força da gravidade e resolveu provar sua tese. Por garantia, usou dois guarda-chuvas desses, um em cada mão, para pular do alto de uma árvore diante de outros cientistas. Como a experiência deu certo, decidiu ousar mais. Em dezembro do mesmo ano, saltou de uma altura de 4,3 metros do Observatório de Montpellier. Lenormand aterrissou sem nenhum arranhão. Isso entusiasmou a Academia de Ciências da França a investir em sua invenção, o pára-quedas, que, no final, acabou não sendo usado em incêndios, mas foi incorporado ao avião, inventado mais de 100 anos depois.

Fonte: Revista Superinteressante

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Acoplador de antena - Conclusão [Teste]

Desde a semana passada venho fazendo testes com o acoplador e pelos resultados que tive nas recepções feitas com meu rádio Sony mod. ICF-F12S fiquei bastante entusiasmado. Eu sempre soube, em teoria, da influência que o descasamento das impedâncias entre o rádio e a antena teria nas recepções, mas na prática não sabia da grande diferença que poderia ocorrer, por isso fiquei também muito surpreso. Quero dizer também que não usei um terra no acoplador por não ter uma aste e/ou cano de ferro aterrado para ligar, usei somente a ligação do terra no rádio.
Abaixo uma imagem da disposição dos equipamentos.



Usei um varal de uns 25 metros como antena e um fio de uns 3 metros para a interligação. Pode ser visto melhor na imagem abaixo.



Fiz também uns testes dentro de um quarto com o fio de 3 metros conectado a um trilho de cortina.


Observações:

- Notei que a maioria das derivações, da 24º em diante, não tem muita influência, talvez seja pela banda de frequências que testei (5,9 - 18MHz), de acordo com as informações do texto original, o acoplador cobre a faixa de 500 a 6.800kHz, note que testei numa faixa bem superior;
- Com o terra do rádio desconectado, fica um ruído razoável até uns 10MHz, e entre 14 a 18MHz o sinal das emissoras ficam um pouco mais fraco;
- Em alguns casos raros, o movimento das mãos nas proximidades da bobina afeta um pouco na recepção, mas nada de grave.


Veja alguns vídeos que fiz durante os testes.



Funcionamento - Vídeo 01



Funcionamento - Vídeo 02



Funcionamento - Vídeo 03


Esses vídeos foram feitos dentro do quarto usando o trilho da cortina como antena.


Agora as diferenças da ligação direta da antena e depois passando pelo acoplador. O primeiro vídeo foi feito também dentro do quarto, os outros dois com o varal.


Diferença - Vídeo 01



Diferença - Vídeo 02



Diferença - Vídeo 03



A diferença da ligação do terra do rádio.





E a antena dentro do quarto. E mais curioso é que onde moro, em Santo André, não consigo fazer nenhum tipo de recepção e no interior de SP onde fiz esses vídeos, dentro do quarto, a recepção é muito boa.



Esse mostra como sinais fortes têm pouca influência do acoplador.




Conclusão

De um modo geral, o funcionamento do acoplador foi muito satisfatório, em alguns casos parece até ser um amplificador de sinais, como pode ser observado nos vídeos das diferenças de ligação direta da antena e depois passando pelo acoplador. Devem-se levar em conta, também a região, as condições de propagação e os horários, que podem influenciar na recepção, também não consegui uma boa conexão de terra para ligar junto do conector da antena, isso só vou testar quando estiver na casa onde vou morar.
Qualquer dúvida, deixe um comentário

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Estou de malas prontas

Caros amigos leitores, estou me mudando e estou ficando com pouco tempo para as postagens, vou ter que fazer como antes, preparar a postagem em casa e depois usar a lan house para acessar a internet.
Espero que no mês de agosto ou no máximo setembro esteja tudo certo e arrumado na minha nova casa que está sendo construida. A boa notícia é que pela primeira vez na vida vou ter um "cantinho" descente para fazer minhas montagens, com uma bancada e bastante espaço para organizar minhas tranqueiras, até lá terei que ficar com minhas coisas encaixotadas, mas vai valer a pena o esforço.
Como vou passar o final de semana em Santo André, vou aproveitar para prepara a continuação da postagem do acoplador, com alguns vídeos de testes que fiz nestas semanas que passei no interior de SP.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Acoplador de antena - Primeira parte [Montagem]

Esse é um equipamento indispensável para todo radioescuta, como, em breve, estarei com um local fixo para fazer minhas escutas decidi montar e aproveito para mostrar todo o processo que fiz.

Este é o esquema do acolpador, a postagem original você pode acessar aqui.


Componentes:

C1 - Capacitor variável de 250pF*
C2 - Capacitor variável de 365pF
C3 - Capacitor fixo de 270pF
J1 e J2 - Jacks de entrada e saída
SW1 - Chave seletora de 1 pólo 12 posições
SW2 - Interruptor simples
L1 - 112 voltas em um tubo de 4,5 cm de diâmetro, 10 cm de comprimento** e fio 18 AWG com derivações conforme descrito no esquema.

(*)Usei um capacitor de 365pF no lugar.
(**)Essa é uma medida do esquema original, provavelmente quando usado fio esmaltado, eu usei fio 18 tipo cabinho, o comprimento do tubo ficou com 29 cm.



Esta é a placa que vai alojar os capacitores C1, C2 e C3, o interruptor SW2 e terminais de ligação da bobina.


Esse é o lado dos componentes, repare nas furações perfeitas, hehe.


Aqui é o detalhe do pequeno deslize que aconteceu quando fui cortar a placa, olha o resultado abaixo.


Nada como um ovo cozido antes de dormir para acelerar o processo de cicatrização.


Essa é a aparência da placa com os componentes. O conector azul é para o terra(centro) e a bobina. O outro terminal é para o seletor da bobina(ponto A no esquema)


Tubo e as placas que usei para fixar a bobina. Início do enrolamento


Furação da ripa de madeira que fiz a montagem(lado de baixo)


Furação da ripa de madeira que fiz a montagem(lado dos componentes)


Aqui com as placas que fazem a fixação e ligação elétrica da bobina. Eu estava imaginando uma forma de, ao mesmo tempo, segurar a bobina no tubo e conectar o início e fim da bobina, como usei espaçador e parafuso de latão eu aproveitei e fiz essas duas placas para as conexões elétricas. O parafuso que segura a bobina é aparafusado por baixo junto com as arruelas de contato e a simples. Os parafusos que seguram essas placas é encaixado por baixo da madeira, fixei as porcas com estanho para uma melhor maneira de desmontar caso tenha algum problema. Fixei as placas para a soldagem do terra, o resultado vocês podem ver na imagem abaixo.

A placa da bobina já com os terminais de entrada e saída.

O resultado da montagem vocês podem ver nas próximas imagens. Eu não quis colocar a chave seletora porque não montei o acoplador dentro de uma caixa, no lugar coloquei um simples fio com uma garra de jacaré para fazer a seleção manual.




Detalhe das conexões da bobina.




Aqui já com o fio do seletor no lugar


Considerações finais

A montagem e o projeto das placas não teve muitos problemas, com muita paciência consegui montar tudo em poucos dias. A confecção da bobina e suas derivações deram um pouco de trabalho porque eu tinha que colocar, no fio, todos os termoplásticos que iria usar juntos e toda vez que abria uma "boquinha" no fio para soldar a derivação, eu tinha que segurar a bobina com as pernas para soldar.
Nos testes que fiz no apto que moro não deu para notar muitas diferenças nos sinais de algumas estações que escutei, devido ao local que moro ser horrível para escutas, mas notei as diferenças no áudio do rádio quando girei os variáveis e testei as dirersas derivações nas bobinas. Como vou viajar essa semana, vou ter mais tempo para fazer testes melhores que vou descrever na próxima parte.
Note que na imagem da montagem concluída, parece que os terminais das derivações da bobina estão tortos, isso é um efeito da foto que só fui observar agora.